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De Entregador de Comida a Bilionário

De Entregador de Comida a Bilionário

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Introduction
Lucas Foster sempre acreditou que entregar comida era um emprego sem futuro—apenas uma forma de sobreviver sem esperança ou perspectiva. Até que um dia, ele fez algo além de suas obrigações para uma cliente, resolvendo o que ela chamou de um “grande favor”— A partir daquele momento, seu destino deu uma guinada inesperada, acelerando sua vida em alta velocidade! Carros de luxo, mansões, grandes propriedades comerciais—tudo caiu em seu colo sem esforço! Lucas Foster: "Eu só queria entregar uma refeição... Nunca imaginei que acabaria me entregando direto ao sucesso."
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Chapter

"Urgente! Preciso de um entregador forte e destemido AGORA MESMO—super importante!"

Lucas Foster arqueou uma sobrancelha ao ver o bilhete no pedido.

Será que alguém estava tão desesperado assim? Parecia papo de uma daquelas mulheres de meia-idade solitárias, querendo chamar atenção…

"O que tá esperando? Vai logo!"

Alice Blue deu um leve tapa no capacete dele e lançou um olhar incisivo.

Lucas trabalhava meio período como entregador na loja de chá com bolhas dela enquanto terminava seu último ano na Universidade Huahai. Todas as tardes, ele aparecia para ganhar um trocado.

"Entendi, Alice," ele disse, colocando rapidamente as bebidas na caixa antes de pular na scooter e sair em disparada.

Dez minutos depois, estacionou em frente a um condomínio de luxo.

"Seu pedido chegou!" ele chamou, batendo levemente na porta marcada com o número 901.

O lugar parecia absurdamente caro—duplexes facilmente custando uns 40 mil reais por metro quadrado. Quem fez o pedido devia estar nadando em grana…

A porta se abriu rápido. Um suave perfume floral pairou no ar. E então ele a viu—uma jovem deslumbrante, de rosto limpo.

Espera aí… ela não é uma tiazinha qualquer?!

"Você é tão lento! Tava surtando aqui! Entra rápido!"

Vestida em um pijama rosa, Janelle Marshall segurou o braço dele e o puxou para dentro antes que ele pudesse reagir.

Ok… isso tá acontecendo?

Ela parecia alguém que definitivamente não tinha problemas para encontrar pretendentes. Então, por que ele?

Não que ele estivesse reclamando, claro.

"Ah... Eu sou só o entregador. Meu chefe está esperando eu bater o ponto de volta..."

Lucas gaguejou, claramente pego de surpresa.

Janelle deu aquele olhar grande e suplicante. "Eu sei, eu sei. Só um minuto, de verdade! Só preciso de uma ajudinha, por favoooor."

"...Tudo bem. Tenho no máximo trinta minutos!"

Ele suspirou em rendição.

"Trinta minutos?" Janelle piscou. "Você acha que esmagar uma barata vai demorar tanto?"

"Uma... barata?"

Lucas quase desmaiou.

Ele quase começou a tirar a roupa — só para descobrir que ela só queria uma ajuda com o controle de pragas?

"Pois é, tem uma enorme na cozinha. Estou pirando... Por que mais eu deixaria um recado tão esquisito no pedido?"

No final, era tudo coisa da cabeça dele. Nenhum encontro casual, nenhum momento de filme de comédia romântica.

Com a cara cheia de decepção, Lucas entrou na cozinha e esmagou a barata que estava escondida perto do fogão com facilidade.

Depois de jogar a barata morta no lixo, Janelle finalmente soltou um suspiro de alívio.

"Muito obrigadooo! Vou te deixar uma avaliação de cinco estrelas! Tchau!"

Quando saiu do apartamento 901, ainda um pouco desanimado, uma voz mecânica de repente ecoou em seu ouvido. "Ding! Sistema de Entrega Suprema ativado. Parabéns, Usuário! Entrega especial concluída. Recompensa: 1 bilhão de Huabi!"

"Que sistema? Um bilhão? Tá de brincadeira comigo?"

Lucas Foster revirou os olhos, achando que alguém estava pregando uma peça nele.

Nesse momento, o celular vibrou. Ele deu uma espiada na tela — uma mensagem de texto tinha aparecido.

"Prezado cliente, sua conta com final 9527 recebeu um depósito de 1.000.000.000 de Huabi. Saldo atual: 1.000.000.2100 Huabi."

Não é possível. Isso... isso era real?

Lucas beliscou a própria bochecha com força. Doeu. Não era um sonho. O sistema era real!

Tá, respira. Calma. Agora tenho uma carta na manga. Um bilhão de Huabi? Isso é só o começo...

Quando estava tentando manter a calma, o telefone tocou novamente — era sua mãe ligando.

"Filho, preciso falar com você. Seu tio precisa de dinheiro para um negócio. Estou apertada... podemos adiar sua mesada para o mês que vem?"

Lucas entendeu a situação na hora.

Aquele tio dele? Mestre em gastar com jogos e bebida, mas negócios? Um desastre total.

Sua mãe estava novamente ajudando o irmão. Provavelmente tinha brigado com o pai e agora não tinha outra opção a não ser pedir ajuda ao filho.

“Mãe, não se preocupa. Ganhei um dinheirinho na loteria semana passada. Vou passar no banco e transferir 20 mil para você dar uma aliviada.”

Ele manteve o valor vago. Dizer a ela que era um bilhão provavelmente a deixaria nervosa.

Após encerrar a ligação, Lucas se virou e acelerou sua bicicleta elétrica em direção ao banco mais próximo.

Sua mãe não usava internet banking, ainda apegada àquele caderninho de conta bancária da velha guarda. Ele precisava fazer a transferência no caixa.

Dentro do banco, estava lotado. Ele pegou uma senha, então conferiu — havia mais de 50 pessoas na frente dele.

Apenas dois caixas comuns estavam abertos. Nesse ritmo, ainda estaria aguardando quando a lua aparecesse.

"Caramba… se eu esperar aqui, a Alice Blue vai achar que sumi!"

Sem uma opção melhor, ele foi em direção à área VIP, elegante e silenciosa. Um único caixa. Sem fila.

Ele se sentou, mas a atendente, bem vestida, imediatamente lhe lançou um olhar gélido, como se ele não pertencesse àquele lugar.

"Ei, nós não pedimos entrega. Não fica aí só ocupando espaço!"

"Vim fazer uma transação," respondeu Lucas, sem se abalar.

A atendente ergueu uma sobrancelha. "Você?"

"Sim, preciso transferir 20.000." Ele entregou o cartão.

"Este é o caixa VIP. Só lidamos com valores acima de 100.000," ela disse, fria. "Por favor, use as máquinas de autoatendimento ou entre na fila lá fora."

"Está lotado lá fora, e estou com pressa," disse Lucas.

"Desculpe, regras são regras. Se fizéssemos exceções para todos, seria um caos."

Nesse momento, um homem corpulento, com uma barriga redonda, aproximou-se do balcão. "Ei, amigo, esse não é o seu lugar. Vá para a fila lá fora."

"Boa tarde, Sr. Lowell!"

Assim que a atendente viu o homem de meia-idade, seu rosto inteiro se iluminou com um sorriso bajulador.

"Xiao Xu, me arruma 80 mil em dinheiro. Rápido."

O Sr. Lowell jogou seu cartão no balcão sem sequer olhar.

"Claro, na mesma hora!"

Ela estava toda sorridente ao pegar o cartão—só para Lucas Foster impedir sua mão.

"Com licença, senhorita, você não acabou de dizer que só transações acima de 100 mil podem ser feitas aqui? E também, nunca ouviu falar de 'quem chega primeiro, é atendido primeiro'?"

"Desculpe, o Sr. Lowell é um dos nossos clientes VIP Platinum. Essa regra não se aplica a ele," ela respondeu friamente. "Você não deveria estar aqui. Se não sair agora, vou ter que chamar a segurança."

O Sr. Lowell lançou um olhar desdenhoso para Lucas, sorrindo ironicamente, como se estivesse assistindo a uma piada.

Um entregador tentando arrumar confusão com ele? Ridículo.

"Xiao Xu, meu fornecedor está esperando o depósito. Não perca meu tempo."

"Não se preocupe, Sr. Lowell, eu resolvo isso!"

A atendente apertou um botão debaixo da mesa, e momentos depois, dois robustos seguranças entraram firmemente.

"O que está acontecendo, Srta. Xu?"

Ela apontou diretamente para Lucas. "Sr. Dalton, esse entregador está causando confusão. Por favor, tire-o daqui. Não deixe que ele atrapalhe o Sr. Lowell."

"Garoto, você não pertence a este lugar. Saia agora, ou vamos te tirar à força."

O Sr. Dalton deu uma batidinha no cassetete de choque em seu cinto para enfatizar.

Lucas sorriu calmamente. "Bom, já que transações abaixo de 100 mil não valem seu tempo, vamos tornar isso interessante. Me ajude a transferir todo o 1 bilhão da minha conta para outra."

"Um... bilhão? Você tá falando sério agora?"

O Sr. Lowell caiu na gargalhada. "Garoto, você tá louco de vez! Quem você pensa que é?"

Até os seguranças não conseguiram segurar o riso. Um deles deu um tapinha no ombro de Lucas, rindo,

"Irmão, se você tá tão delirante assim, é melhor procurar um hospital. Que entregador tem esse tipo de grana? Talvez em dongs vietnamitas."

"Falar não prova nada. Apenas confira o saldo."

O tom de Lucas era calmo e firme.

A atendente, agora completamente irritada, pegou seu cartão, passou na máquina e jogou de volta para ele.

"Chequei. Agora vaza!"

Lucas permaneceu impassível e disse com um sorrisinho,

"Se importa de conferir o saldo na tela?"

"Pra quê? A não ser que você esteja realmente—"

Ela olhou para o monitor — e congelou. Sua frase morreu pela metade enquanto sua mandíbula caiu.

Um, dois, três... dez zeros.

Meu Deus. Era mesmo um bilhão.