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Evolução a Cada Dia

Evolução a Cada Dia

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Introduction
Enquanto outros despertam para sistemas que lhes permitem crescer discretamente sem serem percebidos, Arthur Fletcher desperta o **"Sistema de Melhoria da Vilania"**—onde o caos alimenta seu poder, e quanto mais perturbado ele fica, mais forte se torna! Bater no valentão da escola? **Melhoria!** Humilhar um prodígio? **Melhoria!** Derrotar um senhor das feras míticas? Desafiar semideuses de nações? **Tudo combustível para sua loucura!** Enquanto outros escalam a montanha da cultivação passo a passo de forma árdua, ele trapaceia para chegar ao topo. Em meio mês, ele é acelerado para academias de elite. Em um ano, ascende à divindade—deixando os supostos gênios do mundo em ruínas, gritando em protesto: *"Esse cara não segue NENHUMA REGRA!"*
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Chapter

"Próximo combate, Leo Walters do time da escola contra Arthur Fletcher da Classe 9, 3º Ano do Ensino Médio!"

"Vocês têm dez minutos para aquecer!"

O alto-falante reverberou no local de descanso sob as luzes intensas. Arthur estava ali, com o olhar vazio, olhando ao redor, atordoado. Será que eu... viajei no tempo? Uma enxurrada de memórias invadiu sua mente, e ele rapidamente captou a essência— Este era um mundo onde as artes marciais governavam tudo. O corpo que ele habitava? Pertencia anteriormente a um estudante quieto, sem graça, com talento mediano. A família era boa, e ele até tinha uma namorada de infância ao seu lado. Parecia perfeito no papel. Na realidade? Um fiasco. E agora, ele estava prestes a lutar em alguma competição escolar de artes marciais... "Arthur! Você vai enfrentar meu namorado desta vez. Não tem a mínima chance, entendeu? Desiste logo!" Uma voz feminina e afiada cortou seus pensamentos. Arthur esfregou as têmporas, levantando os olhos. Na porta estava uma garota com um vestido azul de flores, mãos nos quadris. Seu rosto delicado transbordava aborrecimento, os olhos fixos nele. Naquele instante, o olhar atordoado de Arthur se aguçou. Mais memórias inundaram sua mente.

Melinda Adams. A chamada paixão de infância da vida do seu antecessor. Mas ela não tinha nada a ver com aquelas histórias doces e carinhosas de amores infantis. Nada disso. O hobby de Melinda? Criticar o velho Arthur sempre que podia. Ela se comportava toda autoritária, despejando uma lógica distorcida como se fosse a verdade absoluta. Simplificando—ela era uma verdadeira mestre da manipulação emocional, mas em um cenário de mundo marcial. Arthur franziu a testa. Que tipo de reencarnação maluca o colocou nessa situação? "Ei! Arthur! Estou falando com você!" O rosto de Melinda se fechou diante do seu silêncio. Sua voz ficou fria, cheia de desprezo. "O Leo já é reserva no time da escola. Ele é um cultivador de Nível Um, Tier Cinco. Você mal chegou ao Tier Três há dois dias. Como você pretende sobreviver contra ele? Estou te dizendo para desistir—é para o seu próprio bem. Entendeu?!" "E depois, o que faço?" Uma dor de cabeça lancinante voltou a atacar. Arthur esfregou a têmpora, tentando se concentrar. Pelas suas memórias recuperadas, hoje era o Evento de Combate da Escola Cangyun—os membros do time da escola testando-se contra os alunos. O grande atrativo deste evento? Ganhar ou perder, todo mundo recebia um generoso subsídio de ervas espirituais. O velho Arthur tinha se esforçado muito para conseguir essa oportunidade rara. Era para ser um golpe de sorte.

O destino deu-lhe as costas—ele acabou ficando com Leo Walters no emparelhamento.

De acordo com as regras, se alguém desistir, o outro recebe o dobro das ervas de recompensa e uma bela bonificação no histórico acadêmico. Uma regra feita para impedir que os alunos fugissem de medo. Afinal, em um mundo repleto de monstros ameaçando a humanidade, quem tem medo até de lutar em uma partida escolar não tem lugar ali fora.

E agora, Melinda aparece querendo que ele desista?

É. Ela não estava nem aí para o futuro dele.

"Nojento." Arthur Fletcher franziu as sobrancelhas, sentindo uma onda de repulsa no peito.

"O que você está olhando? Anda logo e desiste!" Melinda Adams latiu ao ver Arthur ainda segurando seu token. Ela franziu a testa. Normalmente, uma palavra dela e Arthur obedecia sem hesitar.

Qual é o problema dele hoje?

"Vou repetir. Leo precisa de ervas raras para evoluir. Seu subsídio vai para ele."

Seu rosto escureceu. Ela avançou para pegar o token dele com um gesto autoritário. "Entrega logo. Agora."

"Idiota."

Arthur zombou, afastando a mão dela com força.

Aquela versão submissa e sem espinha dele? Enterrada.

Por que diabos ele deveria continuar suportando essa humilhação?

Nenhuma pessoa normal faria isso.

De repente, uma tela virtual piscou diante dos seus olhos.

[Ding!]

[Detectado discurso hostil direcionado à paixão de infância de mais de dez anos! Pontos de Maldade +500!]

[Sistema de Feitos Malignos Ativado!]

[Em um mundo de alta artes marciais, o poder é usado para esmagar os fracos!]

[Realize feitos malignos aprovados pelo sistema para ganhar Pontos de Maldade!]

[Habilidades Marciais Atuais:]

[Golpe Reverso do Vento: Proficiente

78%

]

[Lança Perfura-Céu: Novato

36%

]

[Pontos de Maldade Atuais: 500]

[Você pode injetar pontos nas habilidades para aumentar o domínio.]

[Nota: Sua infâmia é praticamente inexistente.]

O que é isso...

Arthur piscou e, em seguida, um sorriso travesso apareceu em seus lábios.

Um sistema de trapaça? Parece que o destino finalmente está lhe dando uma chance.

"I—Idiota?!"

Os olhos de Melinda se arregalaram de choque. Ela não esperava por isso.

Seu rosto impecável ficou sem expressão por um instante, e depois ficou vermelho de raiva.

"Você ousa falar assim comigo? Arthur, você está maluco? Estou te avisando—não perca meu tempo! Me dê o token!"

Ela praticamente gritou, com a voz afiada, "Ou eu nunca mais vou falar com você! Acha que eu não vou fazer isso?!"

Arthur deu uma risadinha por dentro. Que belo extra.

Ele dispensou o painel com um gesto. Um sorriso sarcástico se formou em sua boca.

"Você acha que alguém como você pode decidir se eu ganho ou perco? Use sua cabeça—se é que você tem uma."

[Insultou sua paixão de dez anos, Pontos de Maldade +300!]

Melinda ficou olhando, perplexa. Sua expressão congelou.

Isso era... surreal.

Ele me chamou... lixo? Esse desgraçado realmente me chamou de lixo?!

Ela tremia, os lábios trêmulos. A raiva dominava seu corpo. "Você... Como ousa me insultar?!"

"Te chamar de lixo é até bondoso," Arthur disse friamente, as sobrancelhas levemente franzidas. "Só espera. Eu vou subir naquele palco e enterrar seu namorado."

"E quanto a você? Melhor procurar os curandeiros—sua cabeça não está boa." [Suas palavras duras em relação à sua paixão de infância de dez anos te renderam +200 Pontos de Maldade!]

"Minha mente está ótima, obrigada."

O olhar frio de Arthur Fletcher, como se ele estivesse olhando para um idiota, instantaneamente deixou Melinda Adams furiosa. Seu rosto ficou vermelho, o peito arfando como se ela fosse explodir a qualquer momento. Ela o encarou, cerrando os dentes, forçando-se a manter a calma enquanto finalmente estourou:

"Continua falando. Pise naquele ringue, e Leo Walters vai te esmagar tão forte que você vai esquecer quem é."

Cada palavra dela vinha carregada de desprezo e ameaça.

Ela se virou e saiu da área de descanso. A caminho das arquibancadas, a raiva queimava ainda mais forte em seu interior. Ela rangeu os dentes—furiosa.

"Aquele perdedor arrogante não faz ideia do quanto cuidei dele todos esses anos!"

"Desgraçado ingrato."

"Pensa que pode derrotar meu namorado? Que piada. Vai ser uma sorte se sair inteiro."

Na área de descanso, Arthur observou ela sair sem dizer uma palavra. Em seguida, pegou casualmente o celular e bloqueou todos os contatos dela. Não precisava perder tempo com alguém cuja mentalidade mal funcionava.

Ele acessou a interface do sistema, os olhos pousando no novo número:

[Pontos de Maldade: 1000]

Um saldo considerável—graças a detonar Melinda de forma exemplar. O sistema tinha padrões elevados, claramente. Ele achava que o grande ganho tinha muito a ver com o fato de que esse corpo tinha sido apaixonado por ela por dez anos. Toda essa emoção virada em um instante? Boom.

É como plantar uma semente só para receber uma pedra na cara anos depois.

Faltavam menos de cinco minutos para o início da luta. O olhar de Arthur brilhou, a mente a mil por hora. As memórias que herdou eram claras: ele não tinha chance contra Leo. Nem de perto. A lógica dizia a ele para aguentar alguns rounds e depois se render. Perder com dignidade e ainda assim conseguir os medicinais espirituais como compensação.

Era o que seu antecessor planejava.

Mas toda vez que ele se lembrava do rosto arrogante de Melinda, algo em seu íntimo se torcia de raiva.

"Não sou mais aquele fraco."

Ele odiava pessoas como ela e Leo, profundamente. Recuar aqui o corroeria por dentro eternamente. Nenhuma palavra doce poderia encobrir esse tipo de desgraça.

"Já fui mandado o suficiente na minha vida passada. Não vou fazer papel de fraco agora."

"Hoje — eu mostro a eles."

Um sorriso frio e determinado se desenhou em seus lábios. Ele levantou a mão, e uma tela azul-clara piscou diante dele.

"Desistir é para ninguém. Medo de perder? É onde os apostadores morrem."

"Sistema — aposte tudo."

Buzz!!

Os Pontos de Maldade queimaram rapidamente enquanto ambas as habilidades marciais subiam em proficiência na tela, números crescendo loucamente.